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O Zas foi projetado para que o serviço nunca saiba o que você envia nem para quem. Isso não é um recurso adicional: é a base da arquitetura. Criptografia, anonimato de conteúdo e ausência de índice queryable são inerentes a cada envio.

O que o Zas não sabe

  • O servidor nunca vê os hashes dos arquivos. A verificação de deduplicação usa derivação de chave cega (OPRF), então o Zas pode confirmar que um conteúdo existe sem saber qual conteúdo é.
  • Não existe uma lista de quem tem o quê. Não há índice queryable que relacione contas a conteúdo.
  • Ninguém lê o que você manda. A criptografia acontece no seu dispositivo, antes de qualquer byte sair.

O que isso significa na prática

Quando você envia um arquivo, ele é criptografado no navegador ou no app Android. O Zas armazena blobs opacos. Sem a chave, que só existe na URL do link público ou na sua sessão, o conteúdo é indecifrável.
Links públicos usam o formato /s/…#key, onde a chave fica apenas no fragmento da URL. O servidor nunca a recebe.

O que o Zas não rastreia

Por regra de produto, o Zas nunca mede:
  • Duração de sessão
  • Aberturas diárias
  • Sequências de uso (streaks)
As métricas que importam são operacionais: tempo até o primeiro envio, taxa de acerto da deduplicação, proporção de itens que partem sozinhos (não fixados) e custo por usuário ativo semanal.

Linguagem honesta

O Zas usa linguagem de privacidade clara e evita exageros. Não usamos frases como “criptografia de ponta a ponta” porque elas carregam significados técnicos específicos que podem confundir. Em vez disso, dizemos o que de fato acontece: criptografado sempre; ninguém lê o que você manda; não existe uma lista de quem tem o quê.
Se você perder a URL de um link público, não há como recuperar a chave. Guarde o link com cuidado.